Representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e da União definiram, em audiência no Supremo Tribunal Federal (STF), que não haverá repasse direto de recursos federais para socorrer o BRB.
Pelo acordo em discussão, o GDF deverá contratar cerca de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com pagamento estimado em R$ 15 bilhões ao longo de dez anos. A negociação ocorre no âmbito da crise provocada pela compra de ativos do Banco Master pelo BRB.
Segundo o advogado-geral da União substituto, Flávio José Roman, a União não dará garantia, aval nem fará transferência de recursos ao Distrito Federal. Em contrapartida, o governo federal sinalizou flexibilizar limites fiscais que hoje restringem a capacidade de crédito do DF.